É complicado quando a gente quer escrever sobre algo mas não encontra nenhuma palavra. Não sabe nem como começar, imagina como terminar…..

Falar a respeito de uma sensação, um sentimento é sempre complicado pois é algo extremamente pessoal, subjetivo e parcial.

Ás vezes consigo descrever a sensação (no singular mesmo, ou no plural) que tenho e consigo passar aquilo que desejo…outras vezes fico só na intenção, porque simplesmente não consigo transmitir com palavras aquilo que desejo; como se algo me bloqueasse ou as palavras simplesmente não conseguissem expressar com exatidão aquilo que procuro dizer.

Esse desafio de tentar me expressar com as palavras é que me move e me motiva a postar sempre que posso (ou consigo).

Transformar algo etéreo em palpável é meio complicado quando a gente pára pra pensar.Mas extremamente fácil (pra mim) quando me deixo levar.

Algumas das sensações que mais me movem é a vontade.

Vontade de satisfazer um desejo, uma curiosidade. De conhecer algo novo, alguém, alguma coisa.

Enfim, acredito que são as vontades que regem e movem o mundo. É graças à vontade (e depois ao trabalho que é consequência da vontade) que conquistamos e adquirimos tudo que possuímos.

Ela (a vontade), aliada à necessidade, fez com que sejamos hoje quem somos e fez com que conseguimos atingir o grau de evolução que hoje possuímos.

Espero que minha vontade me leve a lugares desconhecidos, a pessoas novas (sem esquecer dos lugares conhecidos e das pessoas queridas) e sobretudo às novas sensações, que serão uma espécie de estrada cujo destino não se sabe ao certo e cujo ponto de partida não deve ser esquecido jamais.

E todos nós estamos nessa estrada…mas alguns ainda simplesmente não perceberam – e passam a vida toda sem perceber. E não percebem que o mais importante da viagem não é a estrada em si, mas a paisagem que ela nos proporciona…

Onde vamos chegar depende somente de nós e até onde pavimentamos nossa estrada ( ou seja, até onde conseguimos levar nossa vontade e fazer com que ela nos leve onde desejamos). Pavimentamos nossa estrada todo dia.

E a cada dia,  nossa estrada pode se tornar maior. Ou menor.

A paisagem da nossa estrada também somos nós quem definimos.

Cada um vê aquilo que quer.

E ignora aquilo que (acha) que não quer.

O quanto cabe a cada um de nós a responsabilidade de manutenção dessa nossa estrada? Acho que nem preciso responder, certo?

E também nem preciso comentar a seriedade com que cada um de nós deve (ou deveria) encarar tal empreitada – ou viagem, como preferir.

Obrigado a cada um por me acompanhar na MINHA viagem. Espero entreter vocês de maneira adequada, servindo de “guia” nessa (na minha) viagem e dividindo meus pensamentos e por excelência, quem sou.

Abraço!

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