Não sei ao certo o que dizer, nem pra mim e muito menos pra você.

Não consigo descobrir como viver, qual a melhor escolha, o caminho mais curto, os melhores momentos.

Não tenho idéia de como seguir, como fazer, como sentir sem me perder no processo.

Não sei nem quem sou às vezes, noutras, sequer sei quem são.

Não me importo com o pensamento alheio a respeito das minhas coisas e o meu próprio a respeito das coisas alheias.

Não quero nem saber das coisas que me fazem mal, das pessoas que não me fazem bem, de tudo que não seja positivo e não valha a pena.

Não esqueço dos meus erros. Mas também não lembro de todos. Só dos mais importantes.

Não sei de tudo e estou ciente que nunca saberei….o que não me impede de continuar tentando.

Não sou o melhor naquilo que faço. E isso me motiva a continuar melhorando e buscando aprimoramento.

Não sou o pior naquilo que faço, mas nem por isso sou melhor – ou pior –  que ninguém.

Não conheço das coisas metade que eu poderia e nem metade das coisas que gostaria.

Não entendo toda essa fixação pelo sucesso, dinheiro e notoriedade que a sociedade atual nos impõe.

Não entra na minha cabeça o motivo dos mais novos preferirem ficar de bobeira na internet, que ficar de bobeira com um bom livro.

Não me acostumo com a idéia de usar alguém pura e simplesmente. Como se fosse uma ferramenta para algo que desejo.

Não gosto de atropelar os sentimentos/opiniões alheios.

Nem de ser atropelado.

Não me preocupo com o futuro da sociedade. Mas com com o futuro da especie.

Não me tocam as “músicas” populares nas rádios. Que vem de “fábricas de sucessos” , mas as que vêm do mesmo lugar que os sonhos, sim.

Não ligo em absoluto para as coisas que hoje são tidas como “normais”. Me preocupo mais com quem estabelece tais parâmetros.

Enfim, não ligo para o tamanho do texto ou a duração de um abraço,de um beijo,um sorriso ou um olhar.

Prefiro muito mais a intensidade.

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