….mas nem por isso, são fáceis.

Tampouco são difíceis…simplesmente são.

São constates em nossa vida e inconstantes no direcionamento que tomarão.

São definidas por nós, nossos atos. Mas jamais feitas assim propositalmente.

Sendo parte importante da nossa vida, a tal ponto que quando elas não ocorrem, dizemos por aí que nossa vida não muda.

E quando muda, reclamamos da mudança.

Qualquer mudança pode ser tanto positiva quanto negativa; engraçado que às vezes conseguimos inverter o valor da mesma, ou seja, fazemos de algo positivo, uma coisa negativa e o inversa também ocorre.

Mais frequentemente do que gostaríamos ou sequer tenhamos coragem de assumir.

As maiores mudanças que podemos proporcionar, são aquelas involuntárias. Realmente transformadoras, doloridas e as vezes até estranhas. Mas extremamente necessárias para a completa percepção que de elas ocorreram, ocorrem e ocorrerão em nossas vidas. 

E tudo que podemos fazer (em algumas situações) é assistir a mudança passivamente, sem poder fazer nada….a não ser observar(mesmo que tal mudança tenha sido começada/provada por nós mesmos).

E essa perspectiva – a impotência perante as mudanças –  é que nos fazem temê-las.

Quanta bobagem!

Pois sem as mudanças, nossa vida seria tão previsível, sem graça e despercebida. 

Totalmente cinza.

As mudanças são as cores que a vida nos traz.

Algumas vezes mais quentes, noutras mais frias.

Mas o importante, é que elas ocorram…e  quando ocorrerem, que sejam como devem ser:

Definitivas!

Abraço!

Anúncios